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Como Preparar Arroz Integral da Maneira Correta

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5 Idéias de Doces Deliciosos para Vender

Quem pensar em preparar doces para vender geralmente tem algumas úvidas sobre: quais receitas escolher; qual o custo e quanto vai poder cobrar.

Como Fazer Doces para Vender

Fizemos uma seleção de 5 receitas de doces certeiros para fazer e vender, pois as receitas já possuem o custo médio e daremos uma sugestão de qual o preço ideal de venda.

Se sua grande dúvida é como fazer, a resposta será mais fácil do que parece: Seguir a receita à risca, não fazer muitas substituições e escolher ingredientes de qualidade.

A gente coleciona histórias de pessoas que usaram receitas para gerar renda e empreender! Então, se você pensa em investir nisso para fazer uma renda extra ou até mesmo transformar sua vida e começar a empreender, está no lugar certo.

Essas receitas além de maravilhosas, deliciosas, podem ser feitas em casa e já foram testadas ! Então, Mãos à massa!

 

1. Bem-casado de doce de leite

Docinho bonito, em um tamanho bom (não muito grande nem muito pequeno) e que te dá uma boa margem de lucro, quer mais? É fácil de embalar e transportar pois não precisa de refrigeração nem corre o risco de desmontar/vazar. Quem pensa em empreender a longo prazo pode fazer sob encomenda para lembranças de festas e casamentos.

receitas de doces para vender

Custo unitário R$ 0,40

Valor para venda de R$ 3 a R$5

2. Cookie da embaixadora

Um cookie no café da manhã, depois do almoço como sobremesa, no intervalo do trabalho, não tem tempo ruim para cookie. Essa também é uma receita de ouro para quem pensa em fazer doces para vender. Ela é fácil e tem ingredientes fáceis de achar. Nesse caso, se quiser baratear, você pode trocar as nozes por castanha.

cookie da embaixadora

Custo unitário: R$ 1,20

Valor para venda: R$ 4 a R$9

3. Falso Pão de Mel

Faz bolos de aniversário para vender? Sabe aquelas rebarbas que sobram da montagem? Elas podem virar esse delicioso e crocante falso pão de bel. O segredo é incluir uma bolacha cream cracker na base e cobrir com chocolate.

falso pão de mel

Valor para venda: R$ 5

4. Bombom recheado de cereja

Quem resiste a um bombom? Quem não gosta de bombom? Esse doce é um dos melhores candidatos para quem vai fazer doces para vender. É mais fácil que parece, barato e com ótimo valor de remarcação (lucrativo).

bombom recheado de cereja

Custo unitário de R$ 1 a R$ 1,50

Valor para venda R$ 4 

5. Cookie de amendoim sem glúten

Mais interessante que a versão tradicional do cookie pois vai atingir um público segmentado que têm menos opções de doces por conta de uma restrição alimentar. É uma receita fácil de fazer!

cookie recheado de amendoim sem gluten

Custo unitário: R$ 1,40

Valor para venda: R$5 a R$9

 

Como embalar doces para vender?

Doces feitos, é hora de pensar na embalagem. Econômica ou não, quanto mais criativa, mais vai agregar valor ao seu produto. Papel craft é o meio mais estético e barato de embalar seus produtos. Para dar um toque final vale escrever poemas ou mensagens fofas como "Feito com amor" ou "100% caseiro".

embalagem para vender doces

Onde vender?

Quais são seus relacionamentos sociais? Você faz algum curso, faculdade, mora perto de algum centro com grande movimentação de pessoas? Tudo isso pode ser lugares de grande potencial para achar compradores.

Para finalizar, pense também no marketing. Que tal criar um perfil nas redes sociais, por exemplo no Instagram para divulgar seus doces?

Nele você vai poder fotografar o processo de confecção, os clientes satisfeitos e ainda deixar um contato para encomendas. O boca a boca é o marketing que mais funciona. Experimente a venda porta a porta e deixe que seus clientes falem bem e façam a propaganda por você.

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São José dos Campos, SP - Uma Cidade pronta para Negócios!

A cidade de são josé dos campos, sp

São José dos Campos (pronúncia em português: [sɐ̃w̃ ʒuˈzɛ dus ˈkɐ̃pus]) é um município brasileiro no interior do estado de São Paulo. Pertence à Mesorregião do Vale do Paraíba Paulista e Microrregião de São José dos Campos.
 
É sede da Região Metropolitana do Vale do Paraíba e Litoral Norte, localizando-se a leste da capital do estado, distando desta cerca de 94 km.
 
Ocupa uma área de 1 100 km², sendo que 353,9 km² estão em perímetro urbano.
 
Em 2016 sua população foi estimada pelo IBGE em 695 992 habitantes, sendo neste ano o sétimo mais populoso de São Paulo e o 27º de todo o país, além de ser o segundo município mais populoso do interior do Brasil, ficando atrás somente de Campinas.
 
O município está integrado — junto com as regiões metropolitanas de São Paulo, Campinas, Sorocaba e Baixada Santista — ao Complexo Metropolitano Expandido, uma megalópole que ultrapassa os 30 milhões de habitantes (cerca 75% da população paulista) e que é a primeira aglomeração urbana do tipo no hemisfério sul.
 
São José dos Campos foi elevado à categoria de vila em 1767. No decorrer do século XIX a agricultura desenvolveu-se no município, com destaque para o café, principalmente a partir da década de 1880.
 
Porém na segunda metade do século XX a indústria ganhou força, sendo este o momento que a cidade descobre sua vocação para a área da tecnologia.
 
O município é a sede de importantes empresas, como: Panasonic, Johnson & Johnson, Ericsson, Philips, General Motors (GM), Petrobras, Monsanto, Embraer (sede), entre outras.
 
Possui também relevantes centros de ensino e pesquisas, tais como: o DCTA, o INPE, o Cemaden, o IEAv, o IAE, a UNESP, o ITA, a FATEC, a UNIVAP, o IP&D e a UNIFESP, sendo um importante tecnopolo de material bélico, metalúrgico e sede do maior complexo aeroespacial da América Latina.
 
O Parque Tecnológico de São José dos Campos, o maior do tipo no país, sedia unidades de pesquisa de grandes empresas, sendo a única cidade do mundo com centros de pesquisas das três maiores fabricantes mundiais de aeronaves, a Embraer, a Boeing e a Airbus.
 
Além da importância econômica ainda é um importante centro cultural do Vale do Paraíba.
 
A Reserva Ecológica Augusto Ruschi, o distrito de São Francisco Xavier e o Banhado configuram-se como grandes áreas de preservação ambiental, enquanto que o Parque Santos Dumont, o Parque da Cidade e o Parque Vicentina Aranha são relevantes pontos de visitação localizados na zona urbana, além dos projetos e eventos culturais realizados pela Fundação Cultural Cassiano Ricardo (FCCR), órgão responsável por projetar a vida cultural joseense.
 
Vista da cidade de são josé dos campos, sp durante um temporal
 
 
Índice  
1 História
1.1 Séculos XVII e XVIII — Povoamento
1.2 Século XIX — Crescimento econômico
1.3 Século XX — Desenvolvimento estrutural e populacional
1.4 Vocação tecnológica
2 Geografia
2.1 Região Metropolitana
2.2 Relevo e hidrografia
2.3 Clima
 
 
História
 
Séculos XVII e XVIII — Povoamento
 
Quando o rei Felipe II de Portugal assinou a lei de 10 de setembro de 1611 que reconhecia a liberdade dos índios (mas admitindo-lhes o cativeiro em caso de guerras ou de antropofagia) e que regulamentava os aldeamentos indígenas nos pontos que melhor conviessem aos interesses do Reino de Portugal, muitos indígenas do Planalto de Piratininga, onde se localizava a Vila de São Paulo de Piratininga, deslocaram-se para o interior da Capitania de São Vicente, para os sertões.
 
Entre os onze antigos aldeamentos dos padres da Companhia de Jesus ao redor da Vila de São Paulo de Piratininga e por eles administrados, figurava, no vale do rio Paraíba do Sul, a leste da Vila de São Paulo, a Aldeia de São José, localizada próximo ao Rio Comprido, a dez quilômetros de onde hoje se situa o Centro da atual cidade de São José dos Campos.
 
Os padres jesuítas, trazendo mais alguns silvícolas, conseguiram entrar em entendimentos com os índios guaianases e dar certa vida ao aldeamento, mas, devido às desvantagens da localização deste, resolveram buscar um ponto melhor.
 
Em 1643, a Aldeia de São José foi transferida para onde é, hoje, a Praça do Padre João Guimarães, no Centro da cidade. De 1643 a 1660, os religiosos e vários povoadores obtiveram, para os índios, diversas léguas de terras em sesmarias concedidas em 1650 pelo capitão-mor da Capitania de São Vicente, Dionísio da Costa.
 
Essas terras situavam-se em magnífica planície onde hoje se acha o Centro de São José dos Campos.
 
A aldeia de São José, a partir de 1653, passa a pertencer à Vila de Jacareí, criada naquele ano a partir do seu desmembramento da vila de Mogi das Cruzes e pertencente à Capitania de São Vicente.
 
A Aldeia de São José estava, portanto, situada nos limites da Capitania de São Vicente com a Capitania de Itanhaém, a qual compreendia o restante do Vale do Paraíba paulista e seguia até Angra dos Reis, compreendendo, também, parte do litoral sul paulista.
 
Sabe-se, ainda, que a organização urbana no plano teórico e prático da aldeia é obra atribuída ao padre jesuíta Manuel de Leão, cuja principal ocupação era a de ser administrador, estando em São Paulo de Piratininga desde o ano de 1663 e encontrando-se à frente das fazendas mais remotas.
 
Entre estas, figurava-se o aldeamento em solo joseense. Toda a região do Vale do Paraíba sofreu um esvaziamento populacional com as descobertas do ouro nas Minas Gerais dos Goitacases a partir de 1692.
 
Em 1710, a Capitania de Itanhaém e a Capitania de São Vicente (que, a partir de 1720, passou a se chamar Capitania de São Paulo, com a transferência da capital para São Paulo de Piratininga), passaram a integrar a nova Capitania de São Paulo e Minas do Ouro. A Aldeia de São José progredia mais e mais, passando a ser denominada Vila Nova de São José quando se tornou vila em 1767.
 
Em 1759, os jesuítas foram expulsos do reino de Portugal e das suas colônias pelo Marquês de Pombal; com isso, alguns brancos agregaram-se aos índios sob a direção de José de Araújo Coimbra, capitão-mor da Vila de Jacareí, e deram impulso à povoação.
 
O governador-geral da recém-recriada Capitania de São Paulo (que havia sido extinta em 1748 e anexada à do Rio de Janeiro), dom Luís António de Sousa Botelho Mourão, o Morgado de Mateus, criou várias vilas para dar impulso à capitania.
 
Havia décadas que não se criavam vilas ao sul do Rio de Janeiro. Assim, em 27 de julho de 1767, pelo ouvidor e corregedor Salvador Pereira da Silva, foi criada a nova vila com o nome de Vila Nova de São José, depois Vila de São José do Sul, e, mais tarde, Vila de São José do Paraíba.
 
No mesmo dia 27 de julho, foram eleitos os três primeiros vereadores da nova vila, os quais eram índios, dando início à sua autonomia administrativa. Os primeiros oficiais da Câmara da nova vila foram: Juízes Ordinários: Fernando de Sousa Pousado e Gabriel Furtado; vereadores: Vicente de Carvalho, Veríssimo Correia e Luís Batista; Procurador: Domingos Cordeiro.
 
A nova vila foi desmembrada do termo da Vila de Jacareí — sem ter sido antes freguesia. A freguesia só foi criada pela Ordem de 3 de novembro de 1768 e instalada em 1769.
 
Século XIX — Crescimento econômico
 
Vista da nova Estação Ferroviária. A original foi inaugurada em agosto de 1876, e, fechada em 1925, para dar lugar a essa, que foi construída, em 1925, e abandonada em 2006.
 
A principal dificuldade de São José, naquela época, era o fato de a "Estrada Real", que ligava São Paulo ao Rio de Janeiro, passar fora de seus domínios.
 
O algodão teve uma rápida evolução na região quando São José dos Campos conseguiu algum destaque econômico, e, cuja produção atinge seu apogeu em 1864.
 
Em 22 de abril de 1864, pela lei provincial nº 27, a Vila de São José foi elevada à categoria de cidade. A Lei provincial nº 47, de 4 de abril de 1871, mudou-lhe a denominação de "Vila de São José do Paraíba" para São José dos Campos. Pela Lei provincial n° 46, de 6 de abril de 1872, foi criada a Comarca de São José dos Campos.
 
A partir de 1871, o município passou por duas fases distintas: o desenvolvimento agrícola — com forte preponderância da cultura do café — e a criação da estância climática, consequência natural de seus bons ares.
 
Nesta época, há o desenvolvimento da cultura cafeeira no Vale do Paraíba Paulista que começa a ter alguma expressão a partir de 1870, já contando, inclusive com a participação de São José.
 
No entanto, foi no ano de 1886, já contando com o apoio de uma estrada de ferro ligando São Paulo ao Rio de Janeiro, a Estrada de Ferro D. Pedro II, que mais tarde foi chamada de Estrada de Ferro Central do Brasil, inaugurada em 1877, que a produção cafeeira joseense teve seu auge, mesmo num momento em que já acontecia a decadência dessa cultura na região, conseguindo ainda algum destaque até por volta de 1930.
 
A antiga estação de trem ficava na confluência da Rua Euclides Miragaia com a Avenida João Guilhermino, sendo transferida, na década de 1920, para a sua localização atual.
 
Em 15 de dezembro de 1909, a cidade parou para receber e saudar, na antiga estação de trem, próximo da atual Avenida João Guilhermino com a Rua Euclides Miragaia, o candidato a presidente da república Rui Barbosa apoiado pelos paulistas, na campanha civilista.
 
No livro Excursão Eleitoral pelo Estado de São Paulo, é dito que foi saudado pelo Dr. Francisco Rafael de Araújo e Silva e que a banda "Euterpe Santanense" executou o Hino Nacional, e, é assim, descrito, o entusiasmo do povo:
 
As 5:30 silvou na subida do Lavapés (próximo ao atual Paço Municipal) a máquina comboiando o (trem) especial que conduzia a São Paulo, o conselheiro Rui Barbosa.
 
Um frêmito de contentamento e agradável emoção agitou a multidão que prorrompeu em vibrantes e entusiásticos vivas ao eminente brasileiro. Sua Excia. foi coberto de flores por um grande número de meninas trajadas de branco, postadas em alas na plataforma.
 
Durante os cinco minutos de demora do especial na estação desta cidade, a aclamação ao candidato civilista não se interromperam por um instante sequer..até que o trem partiu conduzindo o ilustre itinerante saudados por vivas patrióticos levantados à sua personalidade emérita por milhares de vozes que se agitavam num burburinho indescritível de satisfação e contentamento vitoriando sempre e mais o peclaro compatrício.
 
Século XX — Desenvolvimento estrutural e populacional
 
Na década de 1910, surge a primeira ponte sobre o rio Paraíba, uma ponte metálica de 80 metros de comprimento, ligando o centro da cidade e o Bairro de Santana à zona norte do município e a Minas Gerais.
 
Esta ponte foi elogiada como moderna, em 1917, no "Primeiro Congresso Paulista de Estradas de Rodagem", que teve suas atas publicadas em livro homônimo.
 
A inauguração da primeira rodovia que atravessava o Vale do Paraíba deu novo impulso à região.
 
A Estrada São Paulo-Rio, que ligou São Paulo a Bananal, em 1924, construída pelo presidente do estado de São Paulo Dr. Washington Luís, que, em 1928, já como presidente da república, concluiu a rodovia até a cidade do Rio de Janeiro.
 
Essa estrada ainda existe, no trecho paulista, com diversas denominações como SP-62, SP-64, SP-66 e SP-68 e é conhecida como "Estrada Velha".
 
Na sua mensagem ao Congresso do Estado de São Paulo, em 1922, o Dr. Washington Luís mostra como melhorou os transportes no Vale do Paraíba devido à sua prioridade "Governar é Abrir Estradas". As primeiras obras rodoviárias de seu governo, (1920-1924), foram no Vale do Paraíba:
 
Já começou também a estabelecer ligações terrestres do litoral norte com o Vale do Paraíba.
 
Já fez o caminho, por cavaleiros, tropas e pedestres entre Ubatuba e São Luís do Paraitinga, de onde se vai a Taubaté, por automóveis em duas horas, sendo que na subida da serra, em 9 quilômetros, encontrou-o todo revestido de lageões, serviço de há mais de 50 anos cuja restauração foi fácil.
 
Fez também a ligação de caminho idêntico entre São Sebastião e Caraguatatuba e vai atacar, nas mesmas condições, o que desta cidade vai a Paraibuna, cidade que já se comunica por automóveis em duas horas com São José dos Campos e Jacareí!
 
Na década de 1920, surgem as primeiras unidades industriais: os Lacticínios Vigor, a Fábrica de Louças Santo Eugênio, a Cerâmica Paulo Becker, a Tecelagem Parahyba e a Cerâmica Weiss.
 
A procura do município de São José dos Campos para o tratamento de tuberculose pulmonar iniciou-se deste século, devido às condições climáticas supostamente favoráveis.
 
Entretanto, somente em 1935, quando o município foi transformado em Estância Climática e depois Estância Hidromineral, que São José passou a receber recursos oficiais que puderam ser aplicados na área sanatorial, por outro lado, São José passou a ter prefeitos nomeados, chamados de "prefeitos sanitaristas".
 
Através de lei estadual de 1977, São José pode voltar a eleger seus prefeitos, sendo que a primeira eleição para prefeito, se deu, então, em 15 de novembro de 1978.
 
Foram sete os principais sanatórios: O Vicentina Aranha, pertencente à Santa Casa de São Paulo, inaugurado em 1924, pelo presidente de São Paulo Dr. Washington Luís, o Vila Samaritana, pertencente à comunidade evangélica, o Ezra, pertencente à comunidade judaica, o Maria Imaculada e o Sanatório Antoninho da Rocha Marmo, pertencentes à Igreja Católica, o Ruy Dória, criado e pertencente ao médico Dr. Ruy Rodrigues Dória, e o Sanatório Adhemar de Barros, criado pelo governador Dr. Adhemar Pereira de Barros e dirigido e mantido pela "Liga de Assistência Social".
 
Existiu também na Rua Paraibuna, o Sanatório São José, do doutor Jorge Zarur.
 
Os sanatórios foram assim, esforço coletivo de todas as comunhões religiosas, de particulares e estadistas idealistas. Além do Dr. Ruy Dória, se destacaram como médicos sanitaristas: Jorge Zarur, Orlando Campos, João Batista de Souza Soares, Ivan de Souza Lopes, Décio Lemes Campos, Amaury Louzada Velozo e Nelson Silveira D'Ávila.
 
Muitos doentes que não conseguiam vagas nos sanatórios, ficavam nas pensões, principalmente aquelas da Rua Vilaça, perto do sanatório do Dr. Ruy Dória.
 
Vocação tecnológica
 
São José dos Campos é um dos maiores polos tecnologicos do Brasil
 
A consolidação da urbanização deu-se no decorrer do século XX, principalmente após a década de 1950.
 
O processo de industrialização do município toma impulso a partir da instalação do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA) e do Centro Técnico Aeroespacial (CTA), em 1950, e posteriormente do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) e também com a inauguração da Rodovia Presidente Dutra em 1951, possibilitando assim uma ligação mais rápida entre Rio de Janeiro e São Paulo, pela primeira vez, em estrada asfaltada, e cortando a parte urbana de São José dos Campos.
 
Nessa mesma época, doaram-se terrenos às margens da nova rodovia, onde se instalaram várias fábricas, iniciando-se a industrialização da cidade. Novo impulso foi dado com a duplicação da Rodovia Presidente Dutra, obra iniciada em 1964 e concluída em 1967.
 
Em 1969, a criação da Embraer, originada em um setor de desenvolvimento de aeronaves do CTA, chamado PAR, coloca a cidade em uma nova era de desenvolvimento tecnológico, gerando muitos empregos e mão-de-obra especializada, sendo atualmente a maior empregadora da cidade, e fazendo que a cidade seja considerada a Capital do Avião.
 
Fundamental para o desenvolvimento da Embraer foi a mão-de-obra especializada formada pelo ITA.
 
Em 1977, a inauguração da Refinaria Henrique Lage (REVAP) trouxe mais empregos e tecnologia à cidade.[23] Também, neste ano, a cidade recuperou sua autonomia administrativa, voltando a eleger seus prefeitos devido à Lei Estadual n° 1402/1977 pela qual o município deixou de ser estância hidromineral, as quais tinham seus prefeitos municipais nomeados pelo Governador do Estado.
 
Em 1994 é inaugurado um novo acesso da cidade de São Paulo à região de São José dos Campos, a rodovia Carvalho Pinto que é um prolongamento da Rodovia Ayrton Senna inaugurada em 1982. A conjunção desses fatores permitiu que o município caminhasse para o potencial científico-tecnológico em que se encontra.
 
Em janeiro de 2012, foi criada, pela Lei Complementar nº 1.166, de 9 de janeiro de 2012, a "Região Metropolitana do Vale do Paraíba" e o Decreto n° 59.229 de 24 de maio de 2013 instituiu o "Fundo de Desenvolvimento da Região Metropolitana do Vale do Paraíba e Litoral Norte" - FUNDOVALE, o que deu novo impulso à região.
 
A população é formada por pessoas que vieram de várias partes do país, como Sul de Minas, cidades como Soledade de Minas, Caxambu, Itanhandu, Camanducaia, entre outras; e várias outras regiões, sendo também um polo de atração intra-regional dentro do Vale do Paraíba e do próprio estado de São Paulo, atraindo pessoas das cidades vizinhas e de outras regiões administrativas, como Campinas e a Grande São Paulo.
 
Pessoas que viram em São José uma oportunidade de crescerem na vida, visto as inúmeras oportunidades que a cidade oferece, e que aqui se estabeleceram.
 
Hoje São José dos Campos é um centro de referência no Vale do Paraíba, Sul de Minas, Sul Fluminense e Litoral de São Paulo, sendo também referência de São Paulo e em todo país, na área de estudos, medicina, trabalho e serviços diversos.
 
Em São José está instalado um parque tecnológico estadual, com empresas, instituições de ciência e tecnologia, e instituições de ensino e de pesquisa na área de tecnologia atuando nas áreas de aeronáutica, energia, saúde, recursos hídricos e saneamento, espacial, e ferroviária.
 
Geografia
 
A área do município, segundo dados da Prefeitura Municipal da cidade, é de 1099,6 km², sendo que 353,9 km² constituem a zona urbana e os 745,7 km² restantes constituem a zona rural.[8] Situa-se a 23º10′44” de latitude sul e 45º53′13” de longitude oeste e está a uma distância de 94 quilômetros a nordeste da capital paulista.
 
Limita-se com Camanducaia e Sapucaí-Mirim, no estado de Minas Gerais, a norte; Jacareí e Jambeiro, a sul; Monteiro Lobato e Caçapava, a leste; e Igaratá, Joanópolis e Piracaia, a oeste.
 
Região Metropolitana
 
O intenso processo de conurbação atualmente em curso na região vem criando uma metrópole cujo centro está em São José dos Campos, atingindo vários municípios, como Taubaté, Aparecida, Guaratinguetá, Caraguatatuba, Campos do Jordão, Pindamonhangaba e Jacareí.
 
A Região Metropolitana do Vale do Paraíba e Litoral Norte (RMVale) foi criada pela lei complementar estadual 1166, de 9 de janeiro de 2012. É constituída por 39 municípios, sendo em 2015, a 12ª maior aglomeração urbana do Brasil, com 2 453 387 habitantes.
 
A Região Metropolitana faz parte do chamado Complexo Metropolitano Expandido, que ultrapassa os 30 milhões de habitantes, mais de 75% da população do estado paulista inteiro.
 
Há estudos que afirmam a existência de uma megalópole no eixo localizado entre as regiões metropolitanas de São Paulo e do Rio de Janeiro, interligadas especialmente pela Via Dutra, que abrange ainda a região do Vale do Paraíba, onde São José dos Campos está situada.
 
Relevo e hidrografia
 
Vista parcial de São José dos Campos. O relevo nas proximidades da malha urbana é predominantemente ondulado.
 
No relevo de São José dos Campos apresenta-se predominância de áreas com colinas, que são mais acentuadas a norte, cujas alturas variam de 660 a 975 metros; os chamados mares de morros. Onde está a parte urbana da cidade essas colinas se transformam em terraços tabulares.
As serras do Planalto Atlântico, cujas altitudes atingem 800 metros, assim como as regiões alpinas, são compostas por morros, serras e picos que têm altitudes que variam de 619 a 2.082 metros, sendo esta a altura máxima do Pico do Selado, localizado no distrito de São Francisco Xavier, figurando entre os 32 pontos mais altos do país.
 
A altitude mínima é de 500 m., atingida na planície aluvial do Rio Paraíba do Sul.
 
A área do município situa-se no planalto atlântico e inclui-se em subdivisões naturais (denominadas zonas), determinadas por feições morfológicas distintas: Serra da Mantiqueira, Médio Vale do Paraíba e Planalto de Paraitinga.
 
Em São José dos Campos ocorre uma grande diversidade de rochas. O predomínio é de rochas oriundas do embasamento cristalino, atribuídas aos grupos Paraíba e Açungui, nas partes norte e extremo sul do município.
 
Sedimentos terciários do grupo Taubaté ocorrem ao centro-sul (zona do Médio Vale do Paraíba). Sedimentos aluvionares acumulados mais recentemente são significativos ao longo das margens dos rios Paraíba do Sul e Buquira e mais restritos às drenagens de outros menores.
 
A bacia hidrográfica do Rio Paraíba do Sul, bacia que São José dos Campos e região estão localizadas, estende-se por uma área de 55400 km², abrangendo o nordeste do estado de São Paulo, sul de Minas Gerais e leste do Rio de Janeiro, sendo um dos principais do Brasil.
 
Ele corta transversalmente o território do município, sendo que na margem esquerda há afluentes com maior volume de água (tais como o Rio Jaguari e o Rio Buquira), enquanto que à esquerda estão os afluentes que abastecem a zona urbana municipal (como os rios Comprido, Pararangaba e Alambari). No Rio Jaguari há ainda a Usina Hidrelétrica Jaguari, cujo reservatório tem 56 km² de extensão, tendo função de permitir a vazão do Rio Paraíba do Sul.
 
Clima
 
O clima de São José dos Campos é tropical de altitude (tipo Cwa segundo Köppen),[34] com diminuição de chuvas no inverno e temperatura média anual de 19,3 °C, tendo invernos secos e amenos (raramente frios de forma demasiada) e verões chuvosos com temperaturas moderadamente altas.
 
O mês mais quente, fevereiro, possui temperatura média de 22,4 °C, e o mais frio, julho, de 15,6 °C.
 
Outono e primavera são estações de transição. A precipitação média anual é de 1 155 milímetros (mm), sendo julho o mês mais seco, quando ocorrem apenas 26,6 mm.
 
Em dezembro, o mês mais chuvoso, a média fica em 202,1 mm. Durante a estação seca, os níveis de umidade do ar ficam relativamente baixos e chegando a níveis muito críticos, tal como na tarde de 25 de agosto de 2014, quando o índice chegou a apenas 12%, muito abaixo do ideal estabelecido pela Organização Mundial da Saúde, que é de 60%.
 
Segundo dados do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), referentes ao período de 1961 a 1979, a menor temperatura registrada em São José dos Campos foi de 0,1 °C em 22 e 24 de junho de 1963; 28 de julho de 1964 e 12 de julho de 1965,[38] e a maior atingiu 37,5 °C em 27 de setembro de 1961.
 
O maior acumulado de precipitação em 24 horas foi de 110,1 milímetros em 18 de dezembro de 1973.
 
O menor índice de umidade relativa do ar foi de 15% nos dias 27 de setembro de 1961 e 28 de setembro de 1968.
 
 
 
 

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